Depois de apanhar muito, mas muito mesmo, eu consegui. Sério, eu consegui. Tô dizendo! Eu consegui mesmo, cara.
E pra estrear essa fase mais vistosa do blog, um clássico! Mas não é qualquer vídeo, é uma genialidade. Uma coisa tão grandiosa que eu não tenho palavras pra definir.
Aí vem 'Retalhação':
Eu sei, eu sei. É demais mesmo.
Ah, não posso deixar de agraceder. Não mesmo.
O grande Shiryu, num ato de gentileza, me explicou como colocar vídeos aqui. Era simples, mas eu, na mais profunda demonstração de demência, continuava na ignorância. Encontre o companheiro Shiryu no Ora Píulas, que às vezes difama a imagem do querido Clube de Regatas Flamengo. Por isso, ignorem esses posts difamatórios. O resto é mó limpeza!
Beijos nas bundas e até segunda, feios!
domingo, 30 de março de 2008
Os olhinhos-puxados se garantem mesmo, ó.
Você acha que é foda com os patins?
Cara, você não sabe de nada!
Repare nessa gracinha
Foi só um adendo mesmo. O que a ociosidade não faz, né?
Até. Beijos na bunda e até segunda.
PS: Pois é. Eu ainda não sei colocar vídeos aqui nesta bagaça. Quem souber, e tiver a humildade de me ajudar.. não querendo implorar, mas já implorando: por favooooor, ajudaa!
Cara, você não sabe de nada!
Repare nessa gracinha
Foi só um adendo mesmo. O que a ociosidade não faz, né?
Até. Beijos na bunda e até segunda.
PS: Pois é. Eu ainda não sei colocar vídeos aqui nesta bagaça. Quem souber, e tiver a humildade de me ajudar.. não querendo implorar, mas já implorando: por favooooor, ajudaa!
quarta-feira, 26 de março de 2008
Ah, mermão, me cuidar é meus zóvo!
Não é de hoje que meus queridos e criativos companheiros falam (e continuam falando sem parar) da minha nobre arte de ser 'malacabado'. Frases tipo 'pelo menos a barba, mah!' são repetidas incessantemente por meus colegas para tentar me 'converter' para o lado vaidoso da força. Na visão deles, eu sou um cara que podia ser mais, entende? Tipo, eu não preciso ser um Brad Pitt.

[Ô coisa feia do papai!]
Mas não devia esculachar sendo um Zé Bolero (Zé Bolero é um famoso bêbado que perambula pelas ruas do bairro Benfica há tanto tempo que eu não faço nem idéia).
Não me agrada ser comparado ao Zé Bolero. Não mesmo, pois isso significa que eu tomo banho a cada 15 dias, falta dois dentes pra que eu posso dizer com orgulho que não tenho nenhum e sinto uma pequena necessidade de beber. Pequenininha mesmo...

[Ô coisa linda do papai!]
Às vezes uso a piada 'sou feio, mas tô na moda!', o que é uma enorme mentira, pois eu tô na moda se vivesse há uns cinco anos atrás, data de lançamento da maioria das roupas que possuo.
Mesmo assim, eu acho isso tudo intriga da oposição. E é mesmo. Pensando bem, eu não sou tudo isso. A barba geralmente não está feita. O cabelo geralmente mal cortado. Os pelos, que se localizam por boa parte do corpo (boa parte lê-se quase todo), geralmente estão grandes. As espinhas geralmente estão sempre presentes (talvez seja meu verdadeiro amor, nunca me abandona... se bem que a cach.. nada, nada). E o corpo geralmente anda mal cuidado (nas palavras de um amigo meu: eu tô só o pó da cachorra). Mas isso não quer dizer nada, mermão.
Ora poorra! Agora pronto! Vocês nunca assistiram o filme 'O amor é cego'? Se bem que ainda pode se apalpar, mas isso são detalhes só.. o que importa é a mensagem do filme: não importa se você por fora está mais acabado que barata morta, pois dentro de você sempre haverá um lindo animal que ninguém vê.
Ninguém procura ver. É a vida, companheiros feios...
Quem me quer pela carcaça nunca me terá!
E fim. Amanhã é um novo dia... vô ver se volto pra academia...

[Ô coisa feia do papai!]
Mas não devia esculachar sendo um Zé Bolero (Zé Bolero é um famoso bêbado que perambula pelas ruas do bairro Benfica há tanto tempo que eu não faço nem idéia).
Não me agrada ser comparado ao Zé Bolero. Não mesmo, pois isso significa que eu tomo banho a cada 15 dias, falta dois dentes pra que eu posso dizer com orgulho que não tenho nenhum e sinto uma pequena necessidade de beber. Pequenininha mesmo...

[Ô coisa linda do papai!]
Às vezes uso a piada 'sou feio, mas tô na moda!', o que é uma enorme mentira, pois eu tô na moda se vivesse há uns cinco anos atrás, data de lançamento da maioria das roupas que possuo.
Mesmo assim, eu acho isso tudo intriga da oposição. E é mesmo. Pensando bem, eu não sou tudo isso. A barba geralmente não está feita. O cabelo geralmente mal cortado. Os pelos, que se localizam por boa parte do corpo (boa parte lê-se quase todo), geralmente estão grandes. As espinhas geralmente estão sempre presentes (talvez seja meu verdadeiro amor, nunca me abandona... se bem que a cach.. nada, nada). E o corpo geralmente anda mal cuidado (nas palavras de um amigo meu: eu tô só o pó da cachorra). Mas isso não quer dizer nada, mermão.
Ora poorra! Agora pronto! Vocês nunca assistiram o filme 'O amor é cego'? Se bem que ainda pode se apalpar, mas isso são detalhes só.. o que importa é a mensagem do filme: não importa se você por fora está mais acabado que barata morta, pois dentro de você sempre haverá um lindo animal que ninguém vê.
Ninguém procura ver. É a vida, companheiros feios...
Quem me quer pela carcaça nunca me terá!
E fim. Amanhã é um novo dia... vô ver se volto pra academia...
domingo, 16 de março de 2008
Com "de", mas sem "para".
Fortaleza, 16 de março de 2008.
Caro você,
Hoje, eu meio que tava desocupado e querendo escrever, atualizar o meu blog. Procurei uma coisa nova, algo que eu ainda não tinha feito. Então, resolvi pelo modelo de carta.
Depois de resolvido o modelo, faltava resolver para quem eu escreveria. Você foi meio que uma segunda, tipo terceira opção. A primeira opção eu não vou dizer. A segunda era escrever para o 'Todo-Poderoso'. Eu não sou religioso (aliás, não sou muita coisa mesmo... nem sei se sou), mas qual é o problema? Eu escrevo pra quem eu quiser, ora poorra...
Desisti de escrever pro 'cara'. Ele meio que deve tá atolado de coisas pra fazer, de outras cartas pra ler, de vários pedidos pra atender, e eu iria ocupar o tão escasso tempo dele pra dizer nada. Porque no fundo, mas bem no fundo, você vai ver que eu apenas usei a velha e boa arte de 'encher lingüiça'.
Pois bem.
Você me desculpe se importuno, mas é que necessitava me abrir contigo (tomara que você não me entenda mal. De antemão, gostaria de deixar claro que sou homem até debaixo de outro homem). Sabes que tenho muito apreço por sua opinião, né? Pois, então. Após receberes esta carta, por favor, diga-me alguma coisa (pelos comentários, email, msn, telepatia...).
Dentre muitas outras coisas, queria dizer a você que eu estou perdido. Feito cego em tiroteio, ou pior. Nesses momentos que pego pra escrever chega a ser pior. Eu adoraria pegar o féladaputa que agita minha cabeça e embaralha minhas idéias, como se estivesse escrito na minha testa 'agite antes de usar'. Sabe o que é não ter a mínima noção do que dizer? Definitivamente, eu não sei me expressar. Essa é uma ótima característica para alguém que cursa Comunicação Social, não?
Sinceramente, eu estou num momento bom. Eu acho. Eu tenho uma família, que apesar de tudo, me faz bem e que eu amo. Eu tenho alguém fora da minha família que me faz bem e que eu sinto algo que ainda não consigo explicar (talvez não seja recíproco, mas eu não busco reciprocidade). Eu tenho amigos que me fazem tão bem que talvez eu nunca consiga retribuir. Eu tenho ocupação, alimentação, lazer (pouquíssimo, mas tenho). Eu tenho algo. Mas você me pergunta: e o Kiko? E eu digo: eu gostava mais do Chaves (uma das piadas mais infames que eu já fiz).
Sinceramente, novamente, eu não sei o porquê disse tudo. Por que falei? Pra que?
Talvez eu só precisasse escrever pra você. E fazer você perder seu precioso tempo lendo algo que não vai fazer a mínima diferença na sua vida.
Talvez eu só quisesse dizer que tô confuso pacaralho. E que tô bem também. Por enquanto.
Atenciosamente,
A direção.
Caro você,
Hoje, eu meio que tava desocupado e querendo escrever, atualizar o meu blog. Procurei uma coisa nova, algo que eu ainda não tinha feito. Então, resolvi pelo modelo de carta.
Depois de resolvido o modelo, faltava resolver para quem eu escreveria. Você foi meio que uma segunda, tipo terceira opção. A primeira opção eu não vou dizer. A segunda era escrever para o 'Todo-Poderoso'. Eu não sou religioso (aliás, não sou muita coisa mesmo... nem sei se sou), mas qual é o problema? Eu escrevo pra quem eu quiser, ora poorra...
Desisti de escrever pro 'cara'. Ele meio que deve tá atolado de coisas pra fazer, de outras cartas pra ler, de vários pedidos pra atender, e eu iria ocupar o tão escasso tempo dele pra dizer nada. Porque no fundo, mas bem no fundo, você vai ver que eu apenas usei a velha e boa arte de 'encher lingüiça'.
Pois bem.
Você me desculpe se importuno, mas é que necessitava me abrir contigo (tomara que você não me entenda mal. De antemão, gostaria de deixar claro que sou homem até debaixo de outro homem). Sabes que tenho muito apreço por sua opinião, né? Pois, então. Após receberes esta carta, por favor, diga-me alguma coisa (pelos comentários, email, msn, telepatia...).
Dentre muitas outras coisas, queria dizer a você que eu estou perdido. Feito cego em tiroteio, ou pior. Nesses momentos que pego pra escrever chega a ser pior. Eu adoraria pegar o féladaputa que agita minha cabeça e embaralha minhas idéias, como se estivesse escrito na minha testa 'agite antes de usar'. Sabe o que é não ter a mínima noção do que dizer? Definitivamente, eu não sei me expressar. Essa é uma ótima característica para alguém que cursa Comunicação Social, não?
Sinceramente, eu estou num momento bom. Eu acho. Eu tenho uma família, que apesar de tudo, me faz bem e que eu amo. Eu tenho alguém fora da minha família que me faz bem e que eu sinto algo que ainda não consigo explicar (talvez não seja recíproco, mas eu não busco reciprocidade). Eu tenho amigos que me fazem tão bem que talvez eu nunca consiga retribuir. Eu tenho ocupação, alimentação, lazer (pouquíssimo, mas tenho). Eu tenho algo. Mas você me pergunta: e o Kiko? E eu digo: eu gostava mais do Chaves (uma das piadas mais infames que eu já fiz).
Sinceramente, novamente, eu não sei o porquê disse tudo. Por que falei? Pra que?
Talvez eu só precisasse escrever pra você. E fazer você perder seu precioso tempo lendo algo que não vai fazer a mínima diferença na sua vida.
Talvez eu só quisesse dizer que tô confuso pacaralho. E que tô bem também. Por enquanto.
Atenciosamente,
A direção.
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008
Momento prestativo.
Novo semestre. Novos professores. Novos colegas.
Começou de novo. Tudo de novo.
Mas não. Não estou ultra-ocupado com o inicio das aulas. Que nada.
Parece que até melhorou. Consigo me safar das tarefas familiares usando a desculpa de que há tarefas na faculdade. Pronto, tudo tranquilo.
Estava eu, aqui em casa, em frente ao PC, só coçando os ovos. Então, resolvi colocar alguma coisa aqui nesta bagaça.
Que tal vídeos? Hein? Hã?
Trailers? Quem gosta de filmes ae, levanta a mão! [Quem não gosta de desodorante não precisa obedecer.]
A bússola de ouro
[Efeitos especiais tem de sobra. Só queria saber se tem mais alguma coisa nesse filme.]
Batman - O cavaleiro das trevas
[Vai ser foda. O 'Batman' deu sorte de ter caído na mão de Christopher Nolan.]
Homem de Ferro
[Mais um dos quadrinhos. Não simpatizei muito com o trailer não. E olha que eu sou alienado que só. Bem cultura de massa. Adoro blockbusters... mas esse, sei lá.]
Hancock
[Meu deus! O que é isso? Eu adoro essas coisas sem-noção...]
Onde os fracos não tem vez
[Sinceramente, eu tenho medo do cara desse filme.]
O assassinato de Jesse James pelo covarde Robert Ford
[Parece bão. Será?]
E pra finalizar, um clássico:
300
[This is Spaartaaaaa!]
Feeios. Xáu.
Começou de novo. Tudo de novo.
Mas não. Não estou ultra-ocupado com o inicio das aulas. Que nada.
Parece que até melhorou. Consigo me safar das tarefas familiares usando a desculpa de que há tarefas na faculdade. Pronto, tudo tranquilo.
Estava eu, aqui em casa, em frente ao PC, só coçando os ovos. Então, resolvi colocar alguma coisa aqui nesta bagaça.
Que tal vídeos? Hein? Hã?
Trailers? Quem gosta de filmes ae, levanta a mão! [Quem não gosta de desodorante não precisa obedecer.]
A bússola de ouro
[Efeitos especiais tem de sobra. Só queria saber se tem mais alguma coisa nesse filme.]
Batman - O cavaleiro das trevas
[Vai ser foda. O 'Batman' deu sorte de ter caído na mão de Christopher Nolan.]
Homem de Ferro
[Mais um dos quadrinhos. Não simpatizei muito com o trailer não. E olha que eu sou alienado que só. Bem cultura de massa. Adoro blockbusters... mas esse, sei lá.]
Hancock
[Meu deus! O que é isso? Eu adoro essas coisas sem-noção...]
Onde os fracos não tem vez
[Sinceramente, eu tenho medo do cara desse filme.]
O assassinato de Jesse James pelo covarde Robert Ford
[Parece bão. Será?]
E pra finalizar, um clássico:
300
[This is Spaartaaaaa!]
Feeios. Xáu.
domingo, 17 de fevereiro de 2008
'O que é isso, companheiro?'
Dentro da sua cabeça você sente que é. Mas você não é porra nenhuma.
Você diz e repete e diz e repete de novo.
Mas não é.
E olha que já foram várias experiências, cara. Não é a primeira, não vai ser a última. Ou vai?
Cê se pega pensando. E não quer pensar. Cê se pega gostando. E não quer gostar. Você acha isso tudo uma puta frescura de mulherzinha, coisa que está fora do mundo masculino. Mas e ae, vai fazer o que, véi?
Vai botar pra rolar o mesmo disco. Vai matar.
Aquele cemitério dentro de ti tá mais lotado que o 'Parque da Paz'. Se bem que é o único cemitério onde os mortos ainda estão vivos. Dentro e fora de ti.
Puta merda, cara.
Antes de tudo, pense. Mas tu num gosta, né? De certa forma, te faz mal. Ou você faz com que faça mal? Você torna ruim o que seria bom.
Que merda de canalha que tu é, né não?
Frio mesmo só as tuas mãos.
Pois dentro de ti o sangue pulsa e o motor queima todo o álcool que bebes e todo o cigarro que fumas.
Você diz e repete e diz e repete de novo.
Mas não é.
E olha que já foram várias experiências, cara. Não é a primeira, não vai ser a última. Ou vai?
Cê se pega pensando. E não quer pensar. Cê se pega gostando. E não quer gostar. Você acha isso tudo uma puta frescura de mulherzinha, coisa que está fora do mundo masculino. Mas e ae, vai fazer o que, véi?
Vai botar pra rolar o mesmo disco. Vai matar.
Aquele cemitério dentro de ti tá mais lotado que o 'Parque da Paz'. Se bem que é o único cemitério onde os mortos ainda estão vivos. Dentro e fora de ti.
Puta merda, cara.
Antes de tudo, pense. Mas tu num gosta, né? De certa forma, te faz mal. Ou você faz com que faça mal? Você torna ruim o que seria bom.
Que merda de canalha que tu é, né não?
Frio mesmo só as tuas mãos.
Pois dentro de ti o sangue pulsa e o motor queima todo o álcool que bebes e todo o cigarro que fumas.
domingo, 10 de fevereiro de 2008
Dois pontos da mesma vista.
Por Andrééé [É, eu mesmo!];
O que há uma vez por ano e faz esse país se sentir 'feliz' por completo? [Especial Roberto Carlos, de final de ano, é café-com-leite]
É, caros amigos, pois é. Cinco dias de pura ilusão.
Nesse momento, deve haver algum fi-de-puta que esteja pensando em voz alta: 'Um baitola desse. Só fala isso porque o carnaval dele deve ter sido uma bosta!'
Isso não vem ao caso. Mas foi mesmo uma bosta.
Sei lá. Uma parte de mim gosta, adora, idolatra esse momento de pura baderna. O outro se pergunta 'por que?'
[Esse meu lado perguntador é chato mesmo, eu sei.]
Final de ano é época de esperança. Carnaval é de que?
Tem coisa mais medonha do que ver alguém se lamentando porque está perto de acabar o carnaval?
Mas no fundo acho saudável. Ora bolas, eu sempre adorei mesmo
essa história de 'pão e circo'...
Poucas linhas, pouca inspiração para dizer qualquer coisa.
Até. Feios.
Por Juliana Diógenes [Sei nem quem é essa.. mas tá ae o texto dela];
O questionamento se faz baseado em comentários de conhecidos, familiares, desconhecidos que ouvimos conversando na parada de ônibus e artistas inclusive. A clássica pergunta: "Vai pra onde no carnaval?" já envolve, no íntimo do interlocutor, as possibilidades de resposta e os comentários que vêm logo após. Portanto, uma vez que a resposta é "Vou pro Morro Branco", o responsável pela pergunta esboça um sorriso contido (ou não) e responde: "Eita! Lá só rola putaria" Se tem uma palavra recorrente durante as semanas pré-carnaval é esta palavrinha: putaria. Além de ser ótimo de se dizer em voz alta e com gosto, funciona como resumidor de uma mistureba de situações, incluindo, é claro, as tão esperadas "noitadas de curtição com a galera".
Mas, uma vez que a resposta é: “Vou pra fazenda dos meus tios”, automaticamente o dono da pergunta clichê faz uma cara de simpático e usa a provável resposta, beirando ao clássico: “Ah, carnaval em família! Bacana”. A seguir: um silêncio que parece durar horas.
Bem, obviamente que nem todos responderiam da forma como coloquei, porém, entre as pessoas que tenho convivido nas últimas duas semanas, os típicos comentários são esses. Se você, leitor, é uma exceção, parabéns! Ser clichê não ta com nada mesmo.
Voltando à idéia inicial, não irei desenvolver uma teoria sobre o porquê da maioria dessa gente do meu Brasil brasileiro resolver aumentar a dose de tudo quanto dá prazer durante o carnaval: sobe o teor de bebida, de velocidade, de som, de mulher... Incrível o efeito carnavalesco que toma conta de nossos compatriotas. Fica apenas a reflexão (in)útil que envolve esses questionamentos sociológicos já mencionados...
E, se interessa ao leitor, meu carnaval não será no meio da putaria de qualquer praia, será mesmo no meio da lombra astral de Guaramiranga. Afinal, é necessário que, depois de tecer palavras imparciais, eu funcione como exceção à regra para vocês, leitores. Quem sabe o mundo não resolva, aos poucos e a partir de vocês, jovens, (o futuro do Brasil) optar pelo bacana tranqüilo de uma fazenda? Sem pegação, sem bundas, sem festas, apenas uma dose excessiva, porém não menos honrosa, do carnaval Globeleza e das propagandas pró-uso de camisinha na televisão. Hein? Hein? Hum? Que tal?
Não ceda às tentações, sei que você ficou interessadíssimo em correr e ligar para alugar uma fazendinha entre os grilos e sapos, mas, vá por mim, grudar-se a uma televisão no carnaval é se prender a um amontoado de merda: só passa o mesmo samba irritante em todos os canais de tevê aberta. Vá mesmo é pro meio da praça dançar as marchinhas de carnaval da época de sua tataravô; acredite, é o melhor que você faz, seu puto bacaninha.
Bom carnaval pra vocês. E, pra mim: haja paciência...
O que há uma vez por ano e faz esse país se sentir 'feliz' por completo? [Especial Roberto Carlos, de final de ano, é café-com-leite]
É, caros amigos, pois é. Cinco dias de pura ilusão.
Nesse momento, deve haver algum fi-de-puta que esteja pensando em voz alta: 'Um baitola desse. Só fala isso porque o carnaval dele deve ter sido uma bosta!'
Isso não vem ao caso. Mas foi mesmo uma bosta.
Sei lá. Uma parte de mim gosta, adora, idolatra esse momento de pura baderna. O outro se pergunta 'por que?'
[Esse meu lado perguntador é chato mesmo, eu sei.]
Final de ano é época de esperança. Carnaval é de que?
Tem coisa mais medonha do que ver alguém se lamentando porque está perto de acabar o carnaval?
Mas no fundo acho saudável. Ora bolas, eu sempre adorei mesmo
essa história de 'pão e circo'...
Poucas linhas, pouca inspiração para dizer qualquer coisa.
Até. Feios.
Por Juliana Diógenes [Sei nem quem é essa.. mas tá ae o texto dela];
O que logo te vem à mente ao ouvir a palavra "carnaval"? Festas? Bundas? Pegação? Propagandas de camisinha truando na televisão? Globeleza? Samba? Bem, falando por mim (como deve ser), creio que, de certo modo, o carnaval é a mistura disso tudo. É um momento excepcional do ano, uma vez que há um aumento considerável na quantidade de casais transando por minuto. O tesão e a vontade de "ter alguém" dominam a maior parte da mente das pessoas de tal forma que a associação carnaval-putaria já não é tão absurda, ainda para os que não praticam esse binômio durante o feriadão.
Não é meu intuito, com estas palavras, criticar tal festa que tem "a cara do Brasil". Apenas levanto a discussão para o que muitos já aceitaram como fato: Por que o carnaval tornou-se o momento em que as pessoas investem na "caça" de um tudo ou nada? E qual a graça que há nisso?O questionamento se faz baseado em comentários de conhecidos, familiares, desconhecidos que ouvimos conversando na parada de ônibus e artistas inclusive. A clássica pergunta: "Vai pra onde no carnaval?" já envolve, no íntimo do interlocutor, as possibilidades de resposta e os comentários que vêm logo após. Portanto, uma vez que a resposta é "Vou pro Morro Branco", o responsável pela pergunta esboça um sorriso contido (ou não) e responde: "Eita! Lá só rola putaria" Se tem uma palavra recorrente durante as semanas pré-carnaval é esta palavrinha: putaria. Além de ser ótimo de se dizer em voz alta e com gosto, funciona como resumidor de uma mistureba de situações, incluindo, é claro, as tão esperadas "noitadas de curtição com a galera".
Mas, uma vez que a resposta é: “Vou pra fazenda dos meus tios”, automaticamente o dono da pergunta clichê faz uma cara de simpático e usa a provável resposta, beirando ao clássico: “Ah, carnaval em família! Bacana”. A seguir: um silêncio que parece durar horas.
Bem, obviamente que nem todos responderiam da forma como coloquei, porém, entre as pessoas que tenho convivido nas últimas duas semanas, os típicos comentários são esses. Se você, leitor, é uma exceção, parabéns! Ser clichê não ta com nada mesmo.
Voltando à idéia inicial, não irei desenvolver uma teoria sobre o porquê da maioria dessa gente do meu Brasil brasileiro resolver aumentar a dose de tudo quanto dá prazer durante o carnaval: sobe o teor de bebida, de velocidade, de som, de mulher... Incrível o efeito carnavalesco que toma conta de nossos compatriotas. Fica apenas a reflexão (in)útil que envolve esses questionamentos sociológicos já mencionados...
E, se interessa ao leitor, meu carnaval não será no meio da putaria de qualquer praia, será mesmo no meio da lombra astral de Guaramiranga. Afinal, é necessário que, depois de tecer palavras imparciais, eu funcione como exceção à regra para vocês, leitores. Quem sabe o mundo não resolva, aos poucos e a partir de vocês, jovens, (o futuro do Brasil) optar pelo bacana tranqüilo de uma fazenda? Sem pegação, sem bundas, sem festas, apenas uma dose excessiva, porém não menos honrosa, do carnaval Globeleza e das propagandas pró-uso de camisinha na televisão. Hein? Hein? Hum? Que tal?
Não ceda às tentações, sei que você ficou interessadíssimo em correr e ligar para alugar uma fazendinha entre os grilos e sapos, mas, vá por mim, grudar-se a uma televisão no carnaval é se prender a um amontoado de merda: só passa o mesmo samba irritante em todos os canais de tevê aberta. Vá mesmo é pro meio da praça dançar as marchinhas de carnaval da época de sua tataravô; acredite, é o melhor que você faz, seu puto bacaninha.
Bom carnaval pra vocês. E, pra mim: haja paciência...
Assinar:
Postagens (Atom)
